segunda-feira, 25 de março de 2019

Santander leiloa mais de 90 imóveis

Santander leiloa mais de 90 imóveis

O mercado imobiliário continua investindo em leilão de imóveis neste semestre. Para quem adquirir um imóvel em um desses eventos, até o dia 29 deste mês, o Santander leiloa de forma online 96 imóveis com descontos de até 54% pelo site da Sold.
Entre as unidades disponíveis há casas, terrenos, apartamentos e empreendimentos comerciais. Os lances iniciais variam de R$ 42,6 mil a R$ 1,9 milhão.
No Rio, uma casa de 244 metros quadrados em um condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, tem três vagas de garagem e está à venda a partir de R$ 918 mil. Há outra casa em condomínio no estado, em Macaé, a partir de R$ 114 mil.
As unidades podem ser visitadas mediante agendamento pelo e-mail imoveis.sac@sold.com.br. Os lotes podem ser consultados pelo link https://www.sold.com.br/santander.
O Santander possibilita o financiamento em até 420 meses, além de desconto para pagamento à vista. As unidades adquiridas virão com débitos de condomínio e IPTU totalmente quitados.
Segurança
Especialista pede cautela antes de fazer o lance. A advogada Bianca Cukier recomenda que sejam verificadas informações sobre o empreendimento em sites de leilões e empresas que prestam assessoria na compra de unidades na modalidade. “Além disso, é importante verificar a matrícula no Cartório de Registro de Imóveis e cheque os débitos fiscais e condominiais que o imóvel possa ter”. A informação pode ser conferida com o leiloeiro ou prefeituras e administradoras de condomínio.

fonte: ADEMI-RJ

Economia melhor estimulará procura e rentabilidade de ativos imobiliários

Economia melhor estimulará procura e rentabilidade de ativos imobiliários

A expectativa de melhora do mercado imobiliário impulsionará a rentabilidade dos ativos relacionados ao setor, em 2019. Com a maior confiança, a perspectiva é também de um aumento na demanda de interessados por esses investimentos.
De acordo com o estrategista de produtos da Monte Bravo, Rodrigo Franchini, a expectativa de crescimento econômico do Brasil para este ano impulsiona um maior otimismo para o mercado imobiliário e para dívidas de longo prazo, o que acaba atraindo mais investidores para a modalidade.
“A maior confiança na recuperação do País faz com que os aplicadores comecem a procurar formas de investimentos de médio e longo prazo, o que abre um grande espaço para os ativos imobiliários. O índice que representa a negociação desse tipo de papel teve ganhos expressivos no ano passado e uma demanda crescente por conta disso, por exemplo”, afirma.
Na última semana, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) da B3 fechou em 2.481,89 pontos, o que representa uma alta de 5,84% sobre o último dia útil de dezembro de 2018 ficou em 2.351,59 pontos. No ano passado, já houve uma alta de 5,6% em relação ao mesmo dia de 2017 (2.226,46 pontos). Já quando comparado com 2016 (1.864,61 pontos), a valorização totaliza 33,10%. A melhora no mercado de imóveis calcada, principalmente, nas estimativas de recuperação das carteiras de crédito imobiliário nos bancos tende a estimular maiores ofertas e demandas também em ativos do segmento, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
As últimas informações da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que as emissões domésticas de CRIs, nos dois primeiros meses deste ano, atingiram R$ 1,247 bilhão, mais do que o dobro do observado em igual intervalo de 2017 (R$ 530 milhões). Já o estoque de LCIs, por outro lado, atingiu R$ 155,63 bilhões, uma retração de 0,6% frente a 2018 (R$ 156,56 bilhões).
“Estamos em um início de valorização e de expansão econômica e isso vai refletir diretamente na rentabilidade desses ativos, que deve cresce neste ano”, comenta o sócio fundador da NFA Advogados, Carlos Eduardo Ferrari.
Outro investimento que, segundo os especialistas, também deve ganhar espaço é a Letra Imobiliária Garantida (LIG). “A espera, porém, é pela aprovação das reformas e pela melhora do crédito imobiliário, pela necessidade de lastro. A ideia é que, até 2020, tenhamos ofertas mais significativas na LIG”, acrescenta Franchini.

fonte : ADEMI-RJ

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

Com a aprovação da reforma da Previdência e retomada da confiança e do consumo, o Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário. É o que afirma Ricardo Reis, conselheiro em negócios imobiliários e Flls.
No programa "Imóveis" desta semana, Reis recebeu Alexandre Nigri, economista e CEO do Gmpo Maxinvest, para falar sobre as expectativas do investimento em imóveis para este ano. "Vivemos uma janela de otimismo muito grande, que se baseia principalmente na questão da taxa de juros. O que são juros? É taxa mais expectativa", afirma Nigri.
Otimista cauteloso, o economista destaca a capacidade ociosa do país, mas afirma que mesmo com a aprovação da reforma, muito ainda precisa ser feito para que o Brasil volte a brilhar os olhos dos investidores. "A reforma da previdência não vai resolver todos os problemas, mas ela tem que ser feita para trazer esse otimismo, essa confiança", diz.
Durante o programa, Nigri e Reis comentaram sobre o cenário externo e a preocupação com o protecionismo de Donald Trump. Também trouxeram dados dos investimentos que estão trazendo cada vez mais dinheiro para o mercado imobiliá1io, como os CRls (Certificados de Recebíveis Imobiliários), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LIGs (Letra Imobiliária Garantida).

fonte Ademi

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

O Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, completa 10 anos e chega no momento em que incorporadoras com foco no médio e alto padrão buscam novas oportunidades no mercado de habitações econômicas.
Amparadas pela disponibilidade de recursos do FGTS, que compõe a principal fonte de financiamento para a construção e a compra de moradias populares, condições facilitadas de financiamento e juros baixos, as incorporadoras estão atentas ao público que não tem casa própria e está propício a comprar.
Os sinais já aparecem nos números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) foi responsável pela maior parte dos lançamentos de 2018 (76,8%) e das vendas residenciais (69,0%).
As incorporadoras vêm divulgando seus projetos para o MCMV, identificando esse segmento econômico como viável para manter o crescimento.
Um dos principais argumentos das incorporadoras é o giro de capital proporcionado por negócios neste segmento e o repasse realizado no momento zero da aquisição.

fonte: Ademi 

Mais Acesso à Casa Própria

Mais Acesso à Casa Própria

A Caixa anunciou a redução de 0,75 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), desde que o valor de avaliação do imóvel seja de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% a.a para 8,75% a.a e passam a valer a partir de 24/09.
De acordo com o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita ainda mais o acesso à casa própria e antecipa as condições negociais da Resolução nº 4.676/18 do Conselho Monetário Nacional (CMN). "As mudanças propostas pelo Governo significam novas oportunidades para o setor imobiliário. O objetivo é melhorar as condições de financiamento para nossos clientes em todo país e continuar fomentando a retomada de investimentos do setor da Construção Civil", afirma.
Anteriormente, as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já havia sofrido redução de até 1,25 p.p.. O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. Também foi retomado o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.
SFH e SFI:
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

fonte: informe ADEMI

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Classe Média movimenta mercado imobiliário

Classe Média movimenta mercado imobiliário

O ano começa animador para o mercado imobiliário. A retomada do crédito com recursos da Poupança e o aumento expressivo de lançamentos mais caros, em 2018, apontam para um retorno das classes médias ao mercado. 
Ano passado, o volume financiado para aquisição ou construção de imóveis interrompeu três anos consecutivos de queda e avançou 15%, segundo a Associação das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip). O grande impulso veio do salto de 33% nos valores financiados com recursos da Poupança, o SBPE, para R$ 57,4 bilhões. Para este ano, a expectativa é que haja novo crescimento, chegando a R$ 69 bilhões. 
As projeções feitas por especialistas em financiamento imobiliários se baseiam em um cenário que ainda está se moldando, pois as reformas ainda não foram aprovadas, principalmente a da Previdência, considerada fundamental para um ajuste fiscal do País. 
A perspectiva de que as contas públicas entrem nos eixos ajudou a derrubar os juros de longo prazo, medida importante para a composição das taxas imobiliárias nos bancos. 
O crescimento expressivo de lançamentos voltados para as classes média e alta indica que incorporadores já antecipam alta da demanda também nos estandes de venda. 
Lançamentos para essa faixa avançaram 54%, nos últimos 12 meses, em comparação com dados de 2017. O mercado destravou após as eleições, dizem os especialistas.  
A Abecip espera que um bom desempenho da Poupança, em 2019, estimule ainda mais o crédito imobiliário, nos próximos meses. 

Folha de São Paulo, 18/02/2019

#mercado 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Construção civil tem plano para 1 milhão de empregos

Construção civil tem plano para 1 milhão de empregos

Atingido em cheio pelas investigações da Lava Jato e pela recessão econômica, o setor de construção civil quer virar o jogo e protagonizar a retomada do crescimento do País. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentará aos parlamentares, nesta quarta-feira (13), um plano que promete criar 1 milhão de empregos sem nenhum centavo de subsídios do governo. A articulação do setor com o governo também tem sido intensa.
De acordo com a avaliação do presidente da CBIC, José Carlos Martins, da mesma forma que as privatizações puxaram a economia nos anos 90, agora é a hora da construção civil. A retomada das 4.738 obras que se encontram paradas é um ponto prioritário. “Isso é emprego na veia. E não é em uma cidade A, B, ou C, é em todo o País”, disse ele.
Segundo Martins, há muitos casos de obras que são tocadas entre o governo federal e as prefeituras que, por alguma razão, não começaram. Estima-se que haja entre R$ 2 bilhões e R$ 8 bilhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) depositados em contas de prefeituras e sem uso por causa de dificuldades burocráticas e jurídicas. “É preciso encontrar uma solução técnica para isso.”
A reforma da Previdência, prioridade do Governo Federal em sua relação com o Congresso, é o item número um da lista de 18 pontos elaborada pela entidade, que será entregue aos parlamentares. “Mas não é só ela”, diz Martins. Ele explica que, sem eliminar pontos inibidores do investimento, a melhora no ambiente macroeconômico com a aprovação da reforma da Previdência trará resultados menores do que poderia.
As propostas passam por um novo marco legal para a concessão de licenças ambientais para a realização de obras, que são uma etapa muito demorada do processo. A CBIC defende que as análises pelos órgãos federais envolvidos, como Ibama, Funai e Instituto de Patrimônio Histórico, por exemplo, corram em paralelo. “E queremos regras claras, porque hoje elas não são.”
Fonte: Portal Estadão

tags : #empregos #imoveis #retomada