segunda-feira, 20 de maio de 2019

Não há chance de Minha Casa Minha Vida ser interrompido, diz presidente da Caixa

Não há chance de Minha Casa Minha Vida ser interrompido, diz presidente da Caixa

Publicado em 20/05/2019 , por Denise Luna e Vinicius Neder
Em evento do setor de construção, Pedro Guimarães defendeu melhorias operacionais no programa para habitação de baixa renda
RIO - O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou nesta sexta-feira que não há chance de o Minha Casa Minha Vida (MCMV) ser interrompido, mas defendeu melhorias operacionais no programa para habitação de baixa renda e disse que nada será mudado sem ouvir o setor da construção civil.
Em discurso no 91.º Enic, encontro do setor da construção, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio, Guimarães disse, sem usar o nome adotado nos governos do PT, que o "programa de baixa renda" é foco do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes.
"Não tem nenhuma chance de esse programa ser interrompido. Nada será feito no Minha Casa Minha Vida sem que vocês sejam ouvidos", afirmou Guimarães, dirigindo-se à plateia formada por executivos do setor da construção.
Segundo Guimarães, é preciso "entender melhor" os problemas do MCMV. Ainda assim, o executivo citou o alto número de imóveis devolvidos como um problema e disse que "a questão toda é como dar o subsídio e como se precifica isso". " A análise de risco tem que melhorar. Não é que o programa é ruim", afirmou.
O presidente da Caixa aproveitou o evento para anunciar uma linha para capital de giro para empresas do setor da construção. "A gente vai lançar em larga escala um programa de ajuda para vocês de capital de giro", afirmou Guimarães.
Fonte: Estadão - 17/05/2019

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Para vencer a crise, construção civil está deixando o conservadorismo

Para vencer a crise, construção civil está deixando o conservadorismo

Em meio aos escândalos de corrupção, às investigações da Operação Lava-Jato e a severa recessão econômica, algo de novo aconteceu na construção civil, setor responsável por 6% do PIB nacional. 
Enquanto os canteiros de obras minguavam país afora, profissionais que conheciam de perto os gargalos do ramo — muitos deles demitidos pela redução da ­atividade — passaram a empreender. Até então fechado e obsoleto, o ­mercado foi ganhando impulso criativo e, aos poucos, retomou o fôlego.
Após cinco anos de retração, que levaram o segmento a encolher 20,5% de 2014 a 2018, a expectativa é que, enfim, haja crescimento em 2019. O número ainda é tímido, de 1,3%, mas representa um alento. 
Segundo Amure Pinho, presidente da ABStartups, embora não sejam as principais responsáveis pela retomada, as construtechs (startups do setor de construção civil) ajudaram a empurrar a curva para cima. 
“A natureza desses negócios é solucionar problemas para ganhar escala. Quando eles prosperam, toda a cadeia pode ser impactada positivamente”, diz ele, que estima neste ano um aumento de 25% no volume de empresas novatas com perfil inovador. 
Só em 2017, um levantamento da Construtech Venture, fundo que investe em startups da área, mapeou 562 negócios desse tipo — 116% mais do que em 2016. O potencial do segmento é enorme. O ecossistema global, por exemplo, possui 6 000 construtechs. Em 2018, mais de 7,3 bilhões de dólares foram investidos nelas em todo o mundo.
“No Brasil, há quem empreende por necessidade, mas muitos enxergam que o momento é favorável”, avalia Bruno Loreto, CEO da Construtech Venture. Nos últimos quatro anos, em vez das construtoras gigantonas, foram as startups que movimentaram o mercado.
Um caso emblemático é a Vitacon. Fundada há nove anos pelo engenheiro Alexandre Frankel, de 41 anos, começou pequena e, nos anos de crise, deslanchou ao vender imóveis compactos (com plantas de 10 a 77 metros quadrados) a preços mais atraentes (a partir de 90 000 reais). Os apartamentos, funcionais, ficam sempre próximos a áreas comerciais e estações de metrô da capital paulista.
Ao todo, a novata lançou 62 prédios e captou 2 milhões de reais de investidores. Em 2018, o faturamento foi de 1,3 bilhão de reais. 
“Crescemos 60% de 2017 para 2018. A projeção para este ano é lançar 3 000 apartamentos e alcançar 2,3 bilhões de reais em faturamento”, afirma Alexandre, que cresceu apostando na força da tecnologia para oferecer um novo jeito de morar na maior cidade do país. 
Os empreendimentos têm aplicativos que permitem ao morador solicitar serviços, como o de andador de cachorro e personal trainer, fazer pagamentos e se informar sobre os eventos promovidos nos edifícios, como aulas de ioga ou debates. Hoje, a Vitacon conta com 300 funcionários e prevê aumentar o quadro em 50% até o final de 2019. 
“Estamos abertos a receber profissionais de todas as áreas, mas principalmente ligados a marketing digital, análise de dados, experiência do consumidor e vendas”, afirma o CEO, que entrevistará pessoalmente os novos contratados. “Pretendo conversar com cada um que está entrando para nosso time.”
Via de mão dupla
Ao quebrar paradigmas com soluções inovadoras, startups chamam a atenção de grandes empresas, que se veem obrigadas a deixar a aversão tecnológica de lado. “Ainda há uma grande dificuldade de gestão na construção civil. 
A demanda por sistemas e aplicativos que ajudem a evitar erros e desperdícios de materiais, produzir mais com menos e facilitar a vida dos futuros moradores é enorme. 
Isso vale para a construção pesada, mas também para o mercado imobiliário, de facilities e de manutenção”, diz Gleidson Lima, professor do MBA de gestão de negócios de incorporações e construção imobiliária na Fundação Getulio Vargas. 
Isso explica por que companhias tradicionais estão criando programas de inovação aberta, fundos de investimento e aceleradoras.
É o caso da construtora Andrade Gutierrez. Ainda superando os efeitos da Operação Lava-Jato, ela lançou no ano passado um programa de aceleração com o objetivo de resolver os desafios enfrentados em suas obras. 
O primeiro ciclo recebeu mais de 150 inscrições: as sete construtechs selecionadas puderam validar soluções nas obras da construtora e receberam mentorias com especialistas, financiamento para o projeto piloto e um espaço de coworking dentro do escritório em São Paulo. 
“Quatro delas já foram contratadas e hoje são nossas fornecedoras”, diz André Medina, gerente de inovação da Andrade Gutierrez. Em vez de enca­rá-las como ameaça, André diz que a organização passou a enxergá-las como parceiras de negócio. “Quem não estiver fazendo conexão com elas, corre o risco de sumir.”
Outra empresa que aposta nos jovens criativos é a Vedacit, que comercializa produtos impermeabilizantes. Desde 2016, ela já investiu meio milhão de reais em cinco construtechs, que renderam inovações como um sensor para medir o tempo de cura do concreto e uma plataforma que faz a gestão de resíduos nos canteiros de obras, rastreando os rejeitos até a destinação final — ideias que deverão ser lançadas no mercado. 
“A expectativa é que até 2023 a empresa tenha um incre­mento das receitas de até 5% com essas iniciativas. Queremos ser um hub de inovação e conectar outras startups à indústria da construção”, afirma Luís Fernando Guggenberger, gerente de sustentabilidade e inovação da Vedacit.
Do lado das novatas, o desafio é convencer as grandes empresas que a solução desenvolvida fará a diferença para a operação. Foi o que fizeram o engenheiro civil Diego Mendes e o engenheiro de software Leandro Mascarenhas, ambos de 32 anos, fundadores da Construcode, que faz gestão de documentos das obras via QR Codes.
A invenção resolve, de fato, um problema. Quando um projeto de engenharia nasce, há projeções em escala de até seis dimensões. Apesar da tecnologia, tudo é impresso em enormes papéis, que direcionam a execução nos canteiros, dando margem a erros. Pois a dupla subverteu essa lógica.
Com celulares e tablets, o pessoal da obra aponta o aparelho para os códigos espalhados por paredes ou totens e tem acesso imediato a plantas e documentos. Isso minimiza erros em até 38% e reduz até 90% dos custos com impressão, demolição e descarte de entulhos.
Com capital próprio, os sócios investiram 50 000 reais para desenvolver a plataforma. Fundaram a companhia em 2017, em Salvador. Três meses depois, com o modelo de negócios validado, levantaram mais 200 000 reais pela Anjos do Brasil, entidade de fomento ao empreendedorismo por meio de investimento-anjo.
Foi só depois de aprimorar a tecnologia que a dupla começou a apresentar a invenção. Engajado, Diego tomou a frente da prospecção. Participando de eventos de inovação aberta, foi fazendo contatos.
Em pouco tempo, Diego ficou conhecido e passou a conseguir espaço na agenda de diretores e CEOs. Quando se encontrava com eles, ­oferecia teste gratuito por 15 dias para que usassem a inovação em campo. 
“Mostrávamos que era possível combater os atrasos na construção com nosso produto”, diz. A construtech baiana é avaliada em 3,5 milhões de reais e, em apenas dois anos, cresceu 350% em valor de mercado. 
“Nosso objetivo é trabalhar com as oito grandes construtoras do país”, afirma Diego. Andrade Gutierrez e Braskem são algumas das companhias com as quais eles já fecharam contrato.
Num setor em franca expansão, há quem esteja até dispensando dinheiro. É o caso da administradora de empresas Larissa Soares, de 26 anos.
Ao acompanhar a insatisfação de um amigo ao realizar obras em seu imóvel, ela teve um insight: “E se criasse uma plataforma para fazer a conexão entre clientes e arquitetos, oferecendo pacotes de reformas, obras e até decoração?”
Como tinha a bagagem de uma startup de educação, na qual atuou com marketing e vendas, criou a Em Canto Meu.
Com o investimento de 256 reais, iniciou em 2017 uma página simples na internet para divulgar o serviço e partiu em busca de clientes. 
A estratégia incluiu divulgação entre amigos, participação em grupos de WhatsApp de condomínios e corretores de imóveis e ações de ­marketing nas proximidades de lançamentos imobiliários. 
Tudo isso para atingir o público-alvo: pessoas de 25 a 40 anos que estão montando a casa, própria ou alugada, e buscando preços acessíveis.
Todo o dinheiro que entrava era reinvestido no negócio, que se transformou em uma plataforma digital e já atendeu 360 clientes em 25 cidades do Brasil e seis países. 
Mesmo tendo passado por duas aceleradoras, ela e o atual sócio, o engenheiro de software Gabriel Napchan, de 29 anos, optaram por não captar aportes, para manter a autonomia. 
“Estamos crescendo organicamente. Em um ano, a receita aumentou 600% e a expectativa é que o time triplique até o fim do ano”, diz Larissa, que saiu do espaço de uma aceleradora para um escritório próprio, em São Paulo, com quatro pessoas nas áreas de atendimento ao cliente, comercial, mar­keting e gerenciamento de obras. 
As startups cavaram o terreno, fincaram as fundações e pavimentaram a estrutura do novo mercado. Embora não dê para enxergar seu tamanho, tudo indica que a obra será enorme.

fonte: Ademi RJ

segunda-feira, 25 de março de 2019

Santander leiloa mais de 90 imóveis

Santander leiloa mais de 90 imóveis

O mercado imobiliário continua investindo em leilão de imóveis neste semestre. Para quem adquirir um imóvel em um desses eventos, até o dia 29 deste mês, o Santander leiloa de forma online 96 imóveis com descontos de até 54% pelo site da Sold.
Entre as unidades disponíveis há casas, terrenos, apartamentos e empreendimentos comerciais. Os lances iniciais variam de R$ 42,6 mil a R$ 1,9 milhão.
No Rio, uma casa de 244 metros quadrados em um condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, tem três vagas de garagem e está à venda a partir de R$ 918 mil. Há outra casa em condomínio no estado, em Macaé, a partir de R$ 114 mil.
As unidades podem ser visitadas mediante agendamento pelo e-mail imoveis.sac@sold.com.br. Os lotes podem ser consultados pelo link https://www.sold.com.br/santander.
O Santander possibilita o financiamento em até 420 meses, além de desconto para pagamento à vista. As unidades adquiridas virão com débitos de condomínio e IPTU totalmente quitados.
Segurança
Especialista pede cautela antes de fazer o lance. A advogada Bianca Cukier recomenda que sejam verificadas informações sobre o empreendimento em sites de leilões e empresas que prestam assessoria na compra de unidades na modalidade. “Além disso, é importante verificar a matrícula no Cartório de Registro de Imóveis e cheque os débitos fiscais e condominiais que o imóvel possa ter”. A informação pode ser conferida com o leiloeiro ou prefeituras e administradoras de condomínio.

fonte: ADEMI-RJ

Economia melhor estimulará procura e rentabilidade de ativos imobiliários

Economia melhor estimulará procura e rentabilidade de ativos imobiliários

A expectativa de melhora do mercado imobiliário impulsionará a rentabilidade dos ativos relacionados ao setor, em 2019. Com a maior confiança, a perspectiva é também de um aumento na demanda de interessados por esses investimentos.
De acordo com o estrategista de produtos da Monte Bravo, Rodrigo Franchini, a expectativa de crescimento econômico do Brasil para este ano impulsiona um maior otimismo para o mercado imobiliário e para dívidas de longo prazo, o que acaba atraindo mais investidores para a modalidade.
“A maior confiança na recuperação do País faz com que os aplicadores comecem a procurar formas de investimentos de médio e longo prazo, o que abre um grande espaço para os ativos imobiliários. O índice que representa a negociação desse tipo de papel teve ganhos expressivos no ano passado e uma demanda crescente por conta disso, por exemplo”, afirma.
Na última semana, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) da B3 fechou em 2.481,89 pontos, o que representa uma alta de 5,84% sobre o último dia útil de dezembro de 2018 ficou em 2.351,59 pontos. No ano passado, já houve uma alta de 5,6% em relação ao mesmo dia de 2017 (2.226,46 pontos). Já quando comparado com 2016 (1.864,61 pontos), a valorização totaliza 33,10%. A melhora no mercado de imóveis calcada, principalmente, nas estimativas de recuperação das carteiras de crédito imobiliário nos bancos tende a estimular maiores ofertas e demandas também em ativos do segmento, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
As últimas informações da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que as emissões domésticas de CRIs, nos dois primeiros meses deste ano, atingiram R$ 1,247 bilhão, mais do que o dobro do observado em igual intervalo de 2017 (R$ 530 milhões). Já o estoque de LCIs, por outro lado, atingiu R$ 155,63 bilhões, uma retração de 0,6% frente a 2018 (R$ 156,56 bilhões).
“Estamos em um início de valorização e de expansão econômica e isso vai refletir diretamente na rentabilidade desses ativos, que deve cresce neste ano”, comenta o sócio fundador da NFA Advogados, Carlos Eduardo Ferrari.
Outro investimento que, segundo os especialistas, também deve ganhar espaço é a Letra Imobiliária Garantida (LIG). “A espera, porém, é pela aprovação das reformas e pela melhora do crédito imobiliário, pela necessidade de lastro. A ideia é que, até 2020, tenhamos ofertas mais significativas na LIG”, acrescenta Franchini.

fonte : ADEMI-RJ

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

Com a aprovação da reforma da Previdência e retomada da confiança e do consumo, o Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário. É o que afirma Ricardo Reis, conselheiro em negócios imobiliários e Flls.
No programa "Imóveis" desta semana, Reis recebeu Alexandre Nigri, economista e CEO do Gmpo Maxinvest, para falar sobre as expectativas do investimento em imóveis para este ano. "Vivemos uma janela de otimismo muito grande, que se baseia principalmente na questão da taxa de juros. O que são juros? É taxa mais expectativa", afirma Nigri.
Otimista cauteloso, o economista destaca a capacidade ociosa do país, mas afirma que mesmo com a aprovação da reforma, muito ainda precisa ser feito para que o Brasil volte a brilhar os olhos dos investidores. "A reforma da previdência não vai resolver todos os problemas, mas ela tem que ser feita para trazer esse otimismo, essa confiança", diz.
Durante o programa, Nigri e Reis comentaram sobre o cenário externo e a preocupação com o protecionismo de Donald Trump. Também trouxeram dados dos investimentos que estão trazendo cada vez mais dinheiro para o mercado imobiliá1io, como os CRls (Certificados de Recebíveis Imobiliários), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LIGs (Letra Imobiliária Garantida).

fonte Ademi

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

O Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, completa 10 anos e chega no momento em que incorporadoras com foco no médio e alto padrão buscam novas oportunidades no mercado de habitações econômicas.
Amparadas pela disponibilidade de recursos do FGTS, que compõe a principal fonte de financiamento para a construção e a compra de moradias populares, condições facilitadas de financiamento e juros baixos, as incorporadoras estão atentas ao público que não tem casa própria e está propício a comprar.
Os sinais já aparecem nos números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) foi responsável pela maior parte dos lançamentos de 2018 (76,8%) e das vendas residenciais (69,0%).
As incorporadoras vêm divulgando seus projetos para o MCMV, identificando esse segmento econômico como viável para manter o crescimento.
Um dos principais argumentos das incorporadoras é o giro de capital proporcionado por negócios neste segmento e o repasse realizado no momento zero da aquisição.

fonte: Ademi 

Mais Acesso à Casa Própria

Mais Acesso à Casa Própria

A Caixa anunciou a redução de 0,75 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), desde que o valor de avaliação do imóvel seja de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% a.a para 8,75% a.a e passam a valer a partir de 24/09.
De acordo com o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita ainda mais o acesso à casa própria e antecipa as condições negociais da Resolução nº 4.676/18 do Conselho Monetário Nacional (CMN). "As mudanças propostas pelo Governo significam novas oportunidades para o setor imobiliário. O objetivo é melhorar as condições de financiamento para nossos clientes em todo país e continuar fomentando a retomada de investimentos do setor da Construção Civil", afirma.
Anteriormente, as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já havia sofrido redução de até 1,25 p.p.. O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. Também foi retomado o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.
SFH e SFI:
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

fonte: informe ADEMI