sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

“Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário”, diz especialista

Com a aprovação da reforma da Previdência e retomada da confiança e do consumo, o Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário. É o que afirma Ricardo Reis, conselheiro em negócios imobiliários e Flls.
No programa "Imóveis" desta semana, Reis recebeu Alexandre Nigri, economista e CEO do Gmpo Maxinvest, para falar sobre as expectativas do investimento em imóveis para este ano. "Vivemos uma janela de otimismo muito grande, que se baseia principalmente na questão da taxa de juros. O que são juros? É taxa mais expectativa", afirma Nigri.
Otimista cauteloso, o economista destaca a capacidade ociosa do país, mas afirma que mesmo com a aprovação da reforma, muito ainda precisa ser feito para que o Brasil volte a brilhar os olhos dos investidores. "A reforma da previdência não vai resolver todos os problemas, mas ela tem que ser feita para trazer esse otimismo, essa confiança", diz.
Durante o programa, Nigri e Reis comentaram sobre o cenário externo e a preocupação com o protecionismo de Donald Trump. Também trouxeram dados dos investimentos que estão trazendo cada vez mais dinheiro para o mercado imobiliá1io, como os CRls (Certificados de Recebíveis Imobiliários), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LIGs (Letra Imobiliária Garantida).

fonte Ademi

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

Incorporadoras buscam oportunidades no MCMV para crescer

O Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, completa 10 anos e chega no momento em que incorporadoras com foco no médio e alto padrão buscam novas oportunidades no mercado de habitações econômicas.
Amparadas pela disponibilidade de recursos do FGTS, que compõe a principal fonte de financiamento para a construção e a compra de moradias populares, condições facilitadas de financiamento e juros baixos, as incorporadoras estão atentas ao público que não tem casa própria e está propício a comprar.
Os sinais já aparecem nos números da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) foi responsável pela maior parte dos lançamentos de 2018 (76,8%) e das vendas residenciais (69,0%).
As incorporadoras vêm divulgando seus projetos para o MCMV, identificando esse segmento econômico como viável para manter o crescimento.
Um dos principais argumentos das incorporadoras é o giro de capital proporcionado por negócios neste segmento e o repasse realizado no momento zero da aquisição.

fonte: Ademi 

Mais Acesso à Casa Própria

Mais Acesso à Casa Própria

A Caixa anunciou a redução de 0,75 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), desde que o valor de avaliação do imóvel seja de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% a.a para 8,75% a.a e passam a valer a partir de 24/09.
De acordo com o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita ainda mais o acesso à casa própria e antecipa as condições negociais da Resolução nº 4.676/18 do Conselho Monetário Nacional (CMN). "As mudanças propostas pelo Governo significam novas oportunidades para o setor imobiliário. O objetivo é melhorar as condições de financiamento para nossos clientes em todo país e continuar fomentando a retomada de investimentos do setor da Construção Civil", afirma.
Anteriormente, as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já havia sofrido redução de até 1,25 p.p.. O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. Também foi retomado o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.
SFH e SFI:
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

fonte: informe ADEMI

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Classe Média movimenta mercado imobiliário

Classe Média movimenta mercado imobiliário

O ano começa animador para o mercado imobiliário. A retomada do crédito com recursos da Poupança e o aumento expressivo de lançamentos mais caros, em 2018, apontam para um retorno das classes médias ao mercado. 
Ano passado, o volume financiado para aquisição ou construção de imóveis interrompeu três anos consecutivos de queda e avançou 15%, segundo a Associação das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip). O grande impulso veio do salto de 33% nos valores financiados com recursos da Poupança, o SBPE, para R$ 57,4 bilhões. Para este ano, a expectativa é que haja novo crescimento, chegando a R$ 69 bilhões. 
As projeções feitas por especialistas em financiamento imobiliários se baseiam em um cenário que ainda está se moldando, pois as reformas ainda não foram aprovadas, principalmente a da Previdência, considerada fundamental para um ajuste fiscal do País. 
A perspectiva de que as contas públicas entrem nos eixos ajudou a derrubar os juros de longo prazo, medida importante para a composição das taxas imobiliárias nos bancos. 
O crescimento expressivo de lançamentos voltados para as classes média e alta indica que incorporadores já antecipam alta da demanda também nos estandes de venda. 
Lançamentos para essa faixa avançaram 54%, nos últimos 12 meses, em comparação com dados de 2017. O mercado destravou após as eleições, dizem os especialistas.  
A Abecip espera que um bom desempenho da Poupança, em 2019, estimule ainda mais o crédito imobiliário, nos próximos meses. 

Folha de São Paulo, 18/02/2019

#mercado 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Construção civil tem plano para 1 milhão de empregos

Construção civil tem plano para 1 milhão de empregos

Atingido em cheio pelas investigações da Lava Jato e pela recessão econômica, o setor de construção civil quer virar o jogo e protagonizar a retomada do crescimento do País. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentará aos parlamentares, nesta quarta-feira (13), um plano que promete criar 1 milhão de empregos sem nenhum centavo de subsídios do governo. A articulação do setor com o governo também tem sido intensa.
De acordo com a avaliação do presidente da CBIC, José Carlos Martins, da mesma forma que as privatizações puxaram a economia nos anos 90, agora é a hora da construção civil. A retomada das 4.738 obras que se encontram paradas é um ponto prioritário. “Isso é emprego na veia. E não é em uma cidade A, B, ou C, é em todo o País”, disse ele.
Segundo Martins, há muitos casos de obras que são tocadas entre o governo federal e as prefeituras que, por alguma razão, não começaram. Estima-se que haja entre R$ 2 bilhões e R$ 8 bilhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) depositados em contas de prefeituras e sem uso por causa de dificuldades burocráticas e jurídicas. “É preciso encontrar uma solução técnica para isso.”
A reforma da Previdência, prioridade do Governo Federal em sua relação com o Congresso, é o item número um da lista de 18 pontos elaborada pela entidade, que será entregue aos parlamentares. “Mas não é só ela”, diz Martins. Ele explica que, sem eliminar pontos inibidores do investimento, a melhora no ambiente macroeconômico com a aprovação da reforma da Previdência trará resultados menores do que poderia.
As propostas passam por um novo marco legal para a concessão de licenças ambientais para a realização de obras, que são uma etapa muito demorada do processo. A CBIC defende que as análises pelos órgãos federais envolvidos, como Ibama, Funai e Instituto de Patrimônio Histórico, por exemplo, corram em paralelo. “E queremos regras claras, porque hoje elas não são.”
Fonte: Portal Estadão

tags : #empregos #imoveis #retomada

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Grande oferta de imóveis leva à flexibilização da negociação e envolve descontos

Grande oferta de imóveis leva à flexibilização da negociação e envolve descontos

Os últimos quatro anos foram muito difíceis para a economia brasileira, de maneira geral, tendo afetado diversos setores. Não seria diferente com o mercado imobiliário. O imóvel é um bem de alto valor e, com as altas taxas de desemprego, informalidade, salários achatados e financiamento escasso, muita gente decidiu postergar ao máximo a decisão de comprar a casa própria.
A situação atual é bem diferente da vivida até o início desta década, quando as incorporadoras lançavam empreendimentos residenciais de alto padrão e conseguiam vender as unidades rapidamente.
Há seis anos, quase metade dos imóveis era comercializados por meio de crédito imobiliário concedido pelos bancos. Mas a oferta de financiamento foi expressivamente reduzida, impactando também o mercado de imóveis usados, que viveu anos de forte valorização. A realidade mudou.
Em 2018, tivemos sinais claros de melhora na economia, com crescimento do PIB, inflação sob controle, juros baixos e abertura de milhares de postos de trabalho. Para este ano a perspectiva é ainda mais animadora, conforme apontam diversos analistas e especialistas.
O setor imobiliário também emite sinais gradativos de retomada, preparando-se para atender à demanda, com incremento do número de incorporações nas grandes cidades, especialmente de empreendimentos de menor metragem, de um a dois dormitórios.
No mercado secundário, isto é, de imóveis usados, também temos percebido sintomas de recuperação, que, esperamos, aprofunde-se conforme o País for saindo da crise em que ainda se encontra. Aos proprietários que desejam vender seus imóveis, a palavra de ordem é flexibilização. No ano passado, 100% das unidades residenciais vendidas com intermediação de nossa equipe tiveram descontos em relação ao valor originalmente solicitado.
Há ampla oferta de casas e apartamentos no mercado e, justamente por isso, os interessados em comprar imóveis possuem maior poder de barganha do que antigamente. Por vezes, em um mesmo condomínio há duas, três ou mais unidades aguardando um comprador. Quem tiver a melhor proposta e o imóvel em melhor estado de conservação leva.
Aceitar uma contraproposta pode ser melhor negócio do que manter o imóvel fechado por muito tempo, tendo de arcar com despesas de IPTU, condomínio e manutenção da unidade. Também recomenda-se avaliar propostas de permuta, com a entrega de um imóvel de menor valor como parte do pagamento.
Para quem deseja comprar imóvel, este é um momento bastante oportuno, e basicamente pelos mesmos motivos: diversidade de oferta e maior flexibilidade por parte dos proprietários na negociação de valores e em relação às condições de pagamento.
A aquisição de um imóvel como alternativa de investimento também se tornou atrativa, uma vez que é possível obter bons descontos, especialmente na compra à vista, visando a uma complementação de renda com o aluguel mensal e, futuramente, a realização de lucro imobiliário com a venda do imóvel valorizado.
Seja na compra da casa própria, seja na realização de um investimento imobiliário, é fundamental fazer uma ampla pesquisa para buscar a melhor oportunidade. Aos poucos, o setor imobiliário vai retomando seus bons caminhos, na carona de um novo ciclo econômico positivo que se vislumbra para o Brasil e os brasileiros.
Igor Freire é diretor de vendas da Lello Imóveis

O Estado de S. Paulo , 22/01/2019

#imoveis  #oferta #descontos #economia #mercado

Crédito imobiliário aquece e movimenta mercado

Crédito imobiliário aquece e movimenta mercado

Após anos desafiadores, a expectativa é que o mercado imobiliário entre em uma fase de retomada, a partir desse ano. O período de incertezas eleitorais ficou para trás, assim como as projeções mostram que a taxa de juros deve seguir em patamares mais baixos e inflação sob controle, favorecendo a tomada de crédito que movimenta o setor. Para este ano, a previsão é de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5%, segundo boletim recente Focus, promovida pelo Banco Central.

O crédito imobiliário volta a aquecer e movimentar o mercado. Com isso, volta a atenção do mercado financeiro para oferecer mais linhas de crédito e, em especial, a procura do investidor em tomar o crédito imobiliário.

No ano passado o mercado imobiliário já apresentou alguns sinais positivos, ainda que sobre uma base deprimida. Na cidade de São Paulo, por exemplo, um importante termômetro do setor, as vendas de imóveis residenciais cresceram 41,2%, de janeiro a outubro, em comparação com o mesmo período de 2017, de acordo com o Secovi-SP. Nesse mesmo período, houve um avanço de 25,8% nos lançamentos de unidades residenciais na capital paulista, conforme a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Segundo o levantamento de uma das maiores consultorias do setor imobiliário, as taxas de vacância em edifícios comerciais e corporativos vem diminuindo, gradativamente. De 2016, quando a taxa média de vacância destes tipos de imóveis atingiu seu ápice, até o final de 2018, a queda foi de 8 pontos percentuais.

Nos últimos anos, em função dos poucos lançamentos nos segmentos residencial e corporativo, em função da crise, os estoques foram diminuindo. Assim, de acordo com especialistas, com as perspectivas mais otimistas para a economia, novos projetos devem sair do papel e os preços do metro quadrado podem até começar a subir em algumas localidades.

Segundo o levantamento anual do Credit Suisse, que mensura a distribuição da alocação de ativos dos investidores em diversos países, mostra que entre os investidores brasileiros, os imóveis representam a maior fatia, em média, 59% do patrimônio total, ante 41% em ativos financeiros. O relatório do banco destaca que os brasileiros mantêm uma ligação especial com bens imobiliários.

fonte: ADEMI 

#credito  #financiamento  #mercado #construção  #economia