quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Habite Seguro: programa ajuda funcionários da segurança pública a adquirir imóvel

 

Notícias Gerais

 - Atualizado em 


A compra de um imóvel próprio é um momento importante na vida de qualquer pessoa. Muitos brasileiros optam pelos financiamentos imobiliários em razão da falta de recursos para compra à vista. Por isso, buscam no mercado a melhor taxa de financiamento disponível.

Nesse contexto, o Habite Seguro, programa do governo federal de apoio à aquisição de habitação para profissionais da segurança pública, possibilita a compra do primeiro imóvel com taxas diferenciadas e subvenções do governo. 

O que é o Habite Seguro?

O Habite Seguro é um programa habitacional criado para profissionais que trabalham no setor de segurança pública. Ele oferece taxas de juros menores, com condições de crédito imobiliário diferenciadas, que valem tanto para construção da casa própria quanto para a compra de um imóvel pronto.

Ele se aplica a todos que trabalham no setor de segurança pública, incluindo policiais federais, policiais rodoviários federais, penais, militares e civis, bombeiros, peritos, papiloscopistas e guardas municipais. Estará disponível a partir de 03 de novembro de 2021 nas agências da Caixa Econômica Federal. 

Quais são os benefícios do Habite Seguro?

O objetivo principal do Habite Seguro é oferecer a esses profissionais subsídios especiais de crédito imobiliário, facilitando a aquisição do primeiro imóvel por meio de condições diferenciadas e subvenções econômicas.

A prioridade é atender os servidores de segurança pública com remuneração mensal de até R$ 7 mil. O Habite Seguro contempla aquisição de imóvel com valor de até R$ 300 mil. Confira os principais benefícios: 

  • taxas de financiamento diferenciadas;
  • redução do valor da tarifa de contratação do financiamento;
  • possibilidade de aquisição de imóveis novos, usados ou em fase de construção;
  • subvenção de parte do financiamento;
  • possibilidade de atendimento digital. 

Os beneficiados podem escolher, ainda, a construção de imóvel em terreno próprio, aquisição de imóvel de propriedade da instituição financeira e aquisição de unidade que esteja vinculada a um empreendimento.

Como participar do programa?

Os interessados em participar do programa devem buscar informações diretamente em uma agência da Caixa Econômica Federal ou correspondente da mesma a partir de 03 de novembro de 2021. Instituições financeiras credenciadas também poderão oferecer a modalidade de crédito habitacional com as condições do Habite Seguro.

Quem pode participar do Habite Seguro?

Estão contemplados no programa os seguintes profissionais da Segurança Pública com renda bruta mensal de até R$ 7.000,00:

  • policiais federais;
  • policiais rodoviários federais;
  • policiais civis;
  • policiais penais;
  • policiais militares.

O Programa se estende aos profissionais ativos, inativos da reserva remunerada, reformados e aposentados. Estão contemplados, ainda:

  • bombeiros do corpo de bombeiros militares ativos, inativos, da reserva remunerada e reformados;
  • agentes penitenciários ativos, inativos e aposentados;
  • peritos ativos, inativos e aposentados;
  • papiloscopistas que fazem parte dos institutos oficiais de criminalística, medicina legal e identificação (ativos, inativos e aposentados).

Além disso, o programa se estende também aos profissionais que integram as guardas municipais, vinculados à Lei no 13.022/14.

Quem não está enquadrado na faixa de renda pode participar?

Estão contemplados no programa os profissionais da Segurança Pública com renda bruta mensal de até R$ 7.000,00. Aqueles com remuneração superior também têm acesso ao programa, porém com algumas restrições.

Quem tem salário superior ao máximo poderá acessar taxas diferenciadas de financiamento e aquisição do imóvel com condições diferenciadas, sem acesso à subvenção.

Quem tem imóvel próprio pode participar?

O Programa é destinado a profissionais que ainda não têm imóvel próprio. Entretanto, quem tem apenas o terreno e quer construir uma casa, poderá se beneficiar do Habite Seguro. É importante destacar que estão contemplados no programa os profissionais com no mínimo três anos de exercício efetivo de suas atividades no cargo público.

Profissionais de natureza temporária e ocupantes de cargo em comissão, função de confiança ou sem vínculo efetivo com a Administração Pública não são contemplados pelo Habite Seguro.

Interessados que se enquadram nos requisitos de exigência para participação no Programa Habite Seguro devem buscar informações relativas à taxa e demais regras diretamente em uma agência da Caixa Econômica Federal. No Portal do Governo Federal também é possível consultar mais detalhes. 

Fonte: Flávio Fernandes

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

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segunda-feira, 5 de julho de 2021

Feirão da Casa Própria da Caixa oferta 180 mil imóveis sem entrada; confira

 

Publicado em 05/07/2021 , por Pedro Peduzzi

Primeiro edição será totalmente online, começou em 25 de junho e vai até este domingo, 4 de julho

Termina neste domingo (4) o 1º Feirão Digital da Casa Própria , organizado pela Caixa com o objetivo de colocar em oferta 180 mil imóveis novos em condições especiais de financiamento. Esta é a primeira edição online do feirão, por meio de uma plataforma disponibilizada na internet, pelo banco.

Na plataforma é possível acessar informações sobre os imóveis ofertados, escolher o imóvel, realizar uma simulação de financiamento habitacional e ser atendido por um correspondente Caixa Aqui ou incorporadores imobiliários via chat. O feirão conta com a participação de 800 incorporadoras imobiliárias e 1,1 mil correspondentes Caixa Aqui. Veja aqui em passo a passo feito pelo iG como acessar o aplicativo e simular os financiamentos .

De acordo com a Caixa, para o negócio ser fechado basta o interessado apresentar um documento oficial de identificação e um comprovante de renda atualizado, emitido no máximo há 2 meses.

É possível usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço ( FGTS ) para a aquisição do imóvel. Para tanto, basta apresentar a última declaração do Imposto de Renda e recibo de entrega à Receita Federal, além da Carteira de Trabalho ou extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A simulação pode ser feita também por meio do aplicativo Habitação Caixa , via smartphone. Nele é possível, além da simulação, fazer a solicitação e o acompanhamento do financiamento imobiliário, bem como o gerenciamento do contrato.

O 1º Feirão Digital Caixa da Casa Própria oferece ainda mais de seis mil imóveis adjudicados Caixa com condições especiais de financiamento. Os imóveis podem ser 100% financiados no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com juros a partir de taxa referencial (TR) mais 2,5% ao ano mais remuneração da poupança. A carência pode ser de seis meses e a tarifa é reduzida.

Fonte: economia.ig - 05/07/2021

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Crédito com garantia de imóvel


Publicado em 15/02/2021 , por Marcia Dessen

Entenda a diferença entre hipoteca e alienação fiduciária antes de ceder o imóvel em garantia

Um leitor da Folha compartilhou comigo uma triste história familiar que teve início quando sua irmã contraiu um empréstimo oferecendo um imóvel em garantia.A modalidade do empréstimo é conhecida como "home equity". O credor do empréstimo recebe o imóvel como garantia, tornando-se dono dele até que a dívida seja paga conforme as condições especificadas em contrato.

Por enquanto, parece uma operação de crédito tradicional, como a de um financiamento imobiliário, na qual o imóvel financiado também é cedido em garantia.

Entretanto, uma diferença importante no instrumento jurídico que formaliza a garantia põe o credor, instituição que concede o empréstimo, em situação muito mais confortável do que a do devedor. 

Em ambos os casos o imóvel garante o empréstimo e protege o credor caso o devedor deixe de pagar a dívida, mas diferenças jurídicas explicam por que uma delas representa uma garantia muito mais eficaz para o credor, ou seja, excelente para quem empresta e complicada para o tomador do empréstimo.

Hipoteca

  Na garantia hipotecária, o devedor não transfere o imóvel para o credor. A posse e a propriedade do imóvel permanecem com o devedor hipotecário.

A hipoteca é um contrato acessório que dependente de um contrato principal. Para que a falta de pagamento resulte na perda da posse e da propriedade do imóvel, o credor hipotecário precisará executar judicialmente o seu crédito contra o devedor.

A legislação estabelece que o credor deve propor judicialmente uma ação de execução hipotecária. A execução extrajudicial também é uma possibilidade, mas decorre de legislações especiais e não se aplica a todas as situações.

Há três tipos de hipoteca: judicial, convencional e legal; a convencional, estipulada pela vontade do contratante, é a mais utilizada em empréstimos com instituições financeiras.

Alienação fiduciária

alienação fiduciária de bem imóvel é definida pelo artigo 22 da lei nº 9.514/1997 como um negócio jurídico com o escopo de garantia, ou seja, é uma modalidade de garantia.

O texto diz que, na alienação fiduciária, a propriedade do imóvel é transferida para o credor fiduciário, subordinada a um evento futuro e incerto, ou seja, o pagamento da dívida.

Se a dívida é quitada, a propriedade volta para o devedor, caso contrário, ela pode ser consolidada em favor do credor, e o imóvel, leiloado.

O devedor permanece com a posse direta do imóvel, e o credor, com a propriedade e a posse indireta.

No registro, a propriedade do imóvel hipotecado fica registrada em nome do devedor, enquanto na alienação fiduciária a propriedade é transferida para o nome do credor.

Além de ser uma das formas mais seguras de garantia, os custos para recuperar créditos são menores na alienação fiduciária do que na hipoteca, mais uma vantagem para o credor.

A dívida da irmã do nosso leitor, contraída há 12 anos, com taxa de juros superior a 13% ao ano, tinha outra armadilha, a correção do saldo devedor pelo IGP-M, e se transformou em uma dívida impagável.

Com a ajuda da família e de advogados, a dívida foi finalmente transferida para outra instituição mediante portabilidade, recusada por algumas instituições em razão da alienação fiduciária, que dificulta bastante a transferência da operação de crédito.

Agora, com condições mais justas e com o empenho de todos, a dívida que já custou mais de três vezes o valor inicialmente contraído poderá ser, finalmente, quitada.

Fonte: Folha Online - 14/02/2021

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Financiamento imobiliário dispara, mas alta de juros e desemprego são alerta para bancos

 

Publicado em 01/12/2020

De janeiro a outubro, foram financiados mais de 320 mil imóveis, somando R$ 92,6 bilhões, alta de 49% em relação ao mesmo período de 2019.  

Ter a primeira casa em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, parecia um sonho distante quando o tatuador Fernando do Prado e a técnica em farmácia Jenifer Ferreira ficaram noivos em janeiro.

Eles logo perceberam, porém, que estaria ao alcance deles se usassem suas economias como entrada, com o pagamento do financiamento de um apartamento de tamanho semelhante na periferia da maior cidade da América do Sul custando menos da metade do aluguel mensal equivalente.

"Significou muito para nós começarmos nossas vidas juntos já possuindo nossa casa", disse Jenifer depois que o sonho do casal se tornou realidade em setembro com a compra de um apartamento de dois quartos.

A forte queda nas taxas de juros deflagrou um boom de financiamento imobiliário no Brasil, tornando viável a compra da casa própria para milhares como Jenifer e Fernando e permitindo a outros mudar para imóveis maiores ou comprar uma casa de praia ou de campo.

O aumento é bem-vindo para os bancos Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil, cujas carteiras de crédito ficaram sob pressão com a crise do coronavírus.

A Covid-19 também gerou perdas enormes de empregos e um aumento, pelo menos inicial, dos ativos problemáticos nos financiamentos imobiliários, o que pode se mostrar um caminho potencialmente traiçoeiro mais à frente para tomadores e credores, a depender do desenrolar da crise.

O último boom imobiliário do Brasil terminou mal, mas os banqueiros dizem que este é diferente, pois é impulsionado por taxas de juros baixas e é sustentado por cuidadosos modelos de crédito.

"O mercado imobiliário no Brasil está bem abaixo de seu potencial, deixando muito espaço para crescimento, apesar do estresse econômico", disse Danilo Caffaro, diretor de crédito imobiliário do Itaú.

Os financiamentos imobiliários aumentaram 49% no acumulado do ano até outubro em relação ao mesmo período de 2019, para seu maior volume mensal desde 1994, mostraram dados da associação de financiamentos imobiliários do Brasil, a Abecip, impulsionados pela queda na taxa Selic para 2%, ante mais de 14% em 2016.Abecip - outubro/2020 — Foto: Economia G1

Abecip - outubro/2020 — Foto: Economia G1

Comprar um imóvel agora se tornou muito mais competitivo e cada queda de um ponto percentual nas taxas de juros traz o financiamento imobiliário ao alcance de mais 2,8 milhões de famílias, diz a associação de incorporadoras imobiliárias, a Abrainc.

"As taxas baixas tornam o financiamento imobiliário muito mais palatável e permitem que mais e mais pessoas aproveitem... Então, aquelas pessoas que não foram atingidas pela pandemia mantiveram seus planos de aquisição", disse Cristiane Portella, presidente da Abecip.

Sinais de alerta

O mercado de financiamento imobiliário no Brasil ainda é nascente, com empréstimos imobiliários em aberto totalizando 720 bilhões de reais, ou cerca de 10% do PIB, o que é menos da metade da proporção no Chile e um quinto da participação nos Estados Unidos.

Economistas estimam que o Brasil tenha um déficit habitacional de cerca de 4,5 milhões de unidades, uma lacuna tentadora para bancos e incorporadores.

Rafael Menin, presidente da MRV, prevê que as vendas de casas surfarão uma onda de alta pelos próximos 20 a 30 anos se as taxas de juros continuarem em níveis baixos.

Porém, a expectativa é que a Selic suba nos próximos anos.

Uma pesquisa do Banco Central dá uma previsão para a taxa básica de juros chegar em 3% em 2021, 4,5% em 2022 e 6% em 2023. Mesmo assim, o financiamento imobiliário se tornou uma das áreas de crédito de crescimento mais rápido para os bancos, ávidos por empréstimos com garantias, já que a Covid-19 ameaça colocar consumidores e empresas em situação de inadimplência.

Mas, embora as hipotecas pareçam um caminho de menor risco, alguns céticos alertam que pode haver algum tropeço. Isso ocorre em parte porque, ao contrário dos bancos norte-americanos, que vendem quase todos seus financiamentos imobiliários a investidores, os bancos brasileiros mantêm a maioria em seus balanços.

Na Caixa Econômica Federal, esses financiamentos representam 66% de sua carteira de empréstimos, enquanto os bancos do setor privado têm de 6% a 8%.

Os bancos insistem que modelos de crédito cautelosos com garantias manterão os riscos baixos e, embora os reguladores proíbam os tomadores de empréstimos de financiar mais de 80% do valor de uma casa, os credores têm mantido, em média, esse índice mais baixo, próximo de 60%.

No entanto, o volume de ativos problemáticos chegou a aumentar, atingindo o recorde de 6% de todos os empréstimos imobiliários em aberto de todos os bancos no primeiro semestre de 2020, mostram dados do Banco Central em relatório de estabilidade financeira.

Os financiamentos imobiliários responderam por 61% de todos os empréstimos concedidos como parte do amplo programa de concessão de carência do setor bancário durante a pandemia, apontou o regulador.

Isso representou um soluço temporário, já que 80% dos tomadores de empréstimos retomaram os pagamentos regulares em setembro, disse o BC à Reuters. Os tomadores continuam solicitando períodos de carência, mas em um ritmo menor, disse o regulador. Erros passados

Há pouco mais de cinco anos, um boom imobiliário terminou com os bancos retomando centenas de apartamentos e prédios inteiros, dos quais se desfizeram com descontos posteriormente.

Mas bancos e construtoras dizem que esses erros não se repetirão por causa dos juros baixos e novas regras de distratos.

No entanto, existem riscos no horizonte e um aumento na taxa básica de juros - que os economistas veem como provável em meio à crescente preocupação com a situação fiscal do Brasil - assim como a inflação, pode elevar o custo de alguns financiamentos.

Os empréstimos imobiliários com taxa variável ainda representam apenas 3% do total, mas dados recentes do BC mostram que eles estão em alta, expondo os mutuários a qualquer aumento nas taxas. E outro aumento do desemprego, que já está em 14,6%, também pode representar um risco até para quem tem empréstimos com taxa fixa.

"Pode haver alguns problemas aqui e ali para os bancos, mas não vejo um risco sistêmico. Ao contrário da última crise imobiliária, os preços das moradias e dos juros estão baixos no momento", disse o analista Fábio Fonseca, sócio da JGP Gestão de Recursos.

Mesmo assim, há sinais de aumento dos preços, com os valores em alguns bairros de São Paulo subindo em 2020. A Cyrela disse que a demanda aumentou os preços de lançamentos no bairro do Brooklin, em São Paulo, em cerca de 5% em menos de um ano, embora nem todas as cidades tenham visto esses ganhos.

O diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Romero Albuquerque, disse que, embora a turbulência provocada pela pandemia de Covid-19 tenha levado seu banco e outros a aumentar os critérios de concessão de crédito, ainda há muito a ser feito.

"As baixas taxas de juros tornaram o financiamento imobiliário tão mais barato que a demanda é enorme, mesmo considerando apenas os pagadores muito bons", disse ele.  

Fonte: G1 - 30/11/2020

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Financiamento imobiliário dispara 84% em outubro e bate recorde, diz Abecip

 


Publicado em 25/11/2020

Foram financiados 45,5 mil imóveis, resultado 53,6% ante outubro de 2019

O crédito imobiliário com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) atingiu R$ 13,86 bilhões em outubro, um salto de 84% ante mesmo mês de 2019, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) divulgados nesta terça-feira (24).

"Em valores nominais, o volume financiado em outubro marca o segundo recorde mensal consecutivo da série histórica iniciada em julho de 1994", afirmou a Abecip. Na base mensal, cresceu 7,4%.

No acumulado do ano até outubro, os empréstimos do sistema para financiar compra e construção de imóveis aumentaram em 48,8% frente ao mesmo intervalo do ano passado, para R$ 92,67 bilhões, superando o resultado de todo o ano de 2019.

Foram financiados 45,5 mil imóveis para compra ou construção, resultado 8,3% superior ao de setembro e 53,6% maior do que o apurado em outubro de 2019.

Fonte: Folha Online - 24/11/2020