domingo, 2 de julho de 2017

Caixa deve retomar financiamento imobiliário com linha mais barata

Caixa deve retomar financiamento imobiliário com linha mais barata

Publicado em 30/06/2017
Captura de Tela 2017-06-30 a?s 00.07.18.pngAdriana Barbosa
O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, afirmou nesta quinta-feira que "nos próximos dias" será restabelecida a linha de crédito imobiliário com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), a linha pró-cotista.
"Nos próximos dias está voltando", disse Occhi, em entrevista na saída de evento no Palácio do Planalto em comemoração a um ano de vigência da nova Lei das Estatais.
A linha pró-cotista financia a compra de imóveis de até R$ 950 mil nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e de até R$ 800 mil nos outros Estados. É a linha de empréstimo habitacional mais barata depois do Minha Casa Minha Vida. O banco havia informado na semana passada a suspensão da linha depois de ter interrompido novas contratações em maio.


Segundo Occhi, a previsão é que haja um aporte adicional de cerca de R$ 2 bilhões de reais para a linha. Ele disse que a liberação dos recursos está dependendo apenas de um remanejamento de verba no Ministério das Cidades e que acredita que em julho o instrumento poderá ser retomado. A Folha apurou que o dinheiro virá de orçamento para obras de saneamento.
Questionado se esses recursos vão servir para garantir a manutenção da linha até o final deste ano, o presidente da Caixa disse que é preciso ver qual a demanda por crédito imobiliário que haverá quando da retomada da pró-cotista.
Occhi disse que teve uma "muita demanda" pela linha no início do ano. "O crédito imobiliário cresceu muito agora no primeiro semestre, impressionante. A gente achava que iria manter o patamar do ano passado, mas ele cresceu. É um sinal de recuperação da economia, mais confiança, mais gente comprando também", avaliou.
O presidente da Caixa disse que há um fenômeno que tem estimulado as pessoas a comprarem mais, os Feirões da Casa Própria realizados pelo banco. Segundo ele, as pessoas têm ido a esses eventos não apenas para olhar as opções de compra, mas sim já determinados a fechar negócio.
Fonte: Folha Online - 29/06/2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Programa Pró-Cotista recebe R$ 2,54 bi para o Programa de Crédito Habitacional

Programa Pró-Cotista recebe R$ 2,54 bi para o Programa de Crédito Habitacional

Rio - O Ministério das Cidades liberou ontem R$ 2,54 bilhões para o Programa de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS (Pró-Cotista) que havia sido suspenso por falta de recursos. Com a verba, a Caixa Econômica Federal autorizou as agências a voltarem a receber novos pedidos de financiamento com uso de recursos do fundo por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo, além de ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando. A taxa de juros é de 8,66% ao ano.

O programa tem R$ 7,54 bilhões destinados para Carta de Crédito Individual, Carta de Crédito Associativo e Apoio à Produção de Habitações, vinculados ao orçamento da Habitação Popular, e cujos financiamentos integram o Programa Minha Casa, Minha Vida.
Fonte: O Dia Online - 10/05/2017

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Redução da alíquota de ICMS para insumos da construção civil pode reaquecer o setor

Redução da alíquota de ICMS para insumos da construção civil pode reaquecer o setor

Publicado em 03/05/2017 , por César Moraes
Presidente do Sindibritas e da Agabritas ressalta que o imposto sobre areia e brita no Rio Grande do Sul é um dos maiores do país

A crescente diferença das alíquotas de ICMS para a areia e brita na comparação entre o Rio Grande do Sul e outros estados brasileiros traz grande preocupação para o Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul - Sindibritas e para a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro - Agabritas. A medida está criando uma concorrência discrepante que prejudica as empresas do setor no estado. 

O presidente do Sindibritas e da Agabritas, Pedro Antônio Reginato, ressalta que a elevada alíquota do ICMS para a areia e brita verificada no Rio Grande do Sul faz com que estes insumos, muitas vezes, sejam comprados de Santa Catarina. Até mesmo cidades mais afastadas do estado vizinho, como Bento Gonçalves, estão recebendo areia catarinense. 

- Estamos continuamente gestionando junto ao governo gaúcho que exista uma harmonia das alíquotas. Isso, certamente, vai contribuir para que o custo da construção civil no Rio Grande do Sul seja barateado, favorecendo maior geração de emprego e renda. O nosso estado possui uma das maiores alíquotas de ICMS sobre areia e brita do país - reforça Pedro Reginato.

O dirigente cita como exemplo São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Ceará, Paraná e Rio de Janeiro, entre outros, que já adotaram a redução de ICMS para os agregados da construção civil e conseguiram obter um bom retorno em suas economias. 

- Um valor menor no ICMS dá mais fôlego para que as empresas possam trabalhar, além de evitar a sonegação. A redução acaba sendo uma iniciativa positiva para o governo estadual - lembra o presidente do Sindibritas e Agabritas.

O dirigente vê o setor da construção como um dos que mais geram novos postos de trabalho no Rio Grande do Sul e, por isso, a fixação de uma alíquota menor de ICMS para seus insumos será uma medida de grande impacto social.
Fonte: Consumidor RS - 02/05/2017

terça-feira, 25 de abril de 2017

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Momento certo de investir em imóveis

Momento certo de investir em imóveis:



Momento certo de investir em imóveis

Publicado em 10/04/2017 , por CRISTIANE CAMPOS
Especialista orienta que agora é mais indicado vender o bem para comprar outro ou para quitar as dívidas muito elevadas

Rio - Para muitos, a compra do imóvel no atual momento não é um bom negócio por conta das incertezas políticas e econômicas. Diversos especialistas, aliás, se mostram contra a aquisição e venda por conta de uma possível desvalorização. Mas, ao analisar com mais frieza e fazendo uma análise mais aprofunda, é possível ver que investir em um novo apartamento ou casa pode ser muito mais lucrativo a longo prazo se a aquisição for feita agora.

Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário, Paulo Akiyama, dependendo do motivo pelo qual a pessoa quer investir, seja em imóvel na planta ou não, o momento pode ser o mais adequado, em função da demanda de oferta e procura e também dos preços baixos.

“No atual momento não há diferença para aqueles que pretendem mudar de posição, ou seja, vender um imóvel para adquirir outro, pois venderá seu imóvel na baixa e comprará também na baixa. Assim como para quem tem recursos e deseja comprar imóveis para imobilizar parte de seu capital, o momento também é propício, pois, com o mercado em baixa, o poder de barganha é bom, podendo realizar bons negócios”, explica.

Mas, de acordo com o advogado, para quem deseja apenas vender o imóvel, não é a hora ideal. “Quem quer apenas vender, precisa ficar atento, pois não é um momento bom. É uma decisão muito difícil de ser tomada, porém, casos isolados devem ser analisados com profundidade para que não sejam um desperdício de bens e dinheiro. Por exemplo, se a pessoa tiver uma dívida grande e a venda do imóvel resolver o problema, certamente a perda que terá com a venda será menor do que a perda que tem com os juros que está pagando”, afirma Paulo Akiyama.

Por fim, o especialista deixa algumas dicas para quem realmente pretende fazer um investimento imobiliário. “Busque informações cadastrais da construtora, pois é muito importante em razão da solidez da estrutura financeira de quem está construindo para, também, garantir a cobertura por responsabilidade técnica de eventuais problemas de construção. Leia atentamente o memorial descritivo, ou seja, o que prometem entregar ao comprador, em especial o tipo de cabeamento elétrico, hidráulica, pintura, pisos, louças sanitárias, etc. Por último, analise com cautela a documentação e contrato, evitando possíveis problemas futuros com a construtora”, conclui Akiyama.
Fonte: IG Notícias - 09/04/2017